As Ruínas das minhas memórias
Um turbilhão de emoções confusas gira ao meu redor, nada parece estar certo existem tantos becos nesta estranha avenida escura das nossas pobres almas condenadas.
Você não conseguiria me entender.
Você consegue se entender perfeitamente porque você é igual a mim,
Tão diferente, mas tão amargo por dentro e cheio de cicatrizes assim como eu.
Vasculhando as ruínas das minhas memórias eu encontro fotos suas que são difíceis de serem queimadas, as lágrimas são inevitáveis simplesmente rolam
Por este rosto até alcançarem o chão.
Não há luz interior, esse castelo está em ruínas
Princesas góticas se cortaram e o reinado de sangue começou ninguém pode Pará-las.
Amor, carinho e ternura agora não significam mais nada, o tempo parou para nós.
Pobres criaturas das trevas desprezadas mal amadas, somos apenas um resquício do que fomos um dia, caricaturas amadoras do que deveríamos ser.
Bizarro?
Talvez até seja pra você que não teve guerras em sua alma, que foi contemplado.
As nossas ruínas estão caindo cada vez mais rápido, eu estou junto e posso sentir seu sangue indo conosco...
Escorrendo pelos nossos braços, não podemos segurá-la, seu fôlego de vida foi tomado.
As nossas ruínas cometeram genocídios, matamos á nós mesmos e estamos te matando.
Corra pra longe, corra pra longe almas intactas como a sua não podem ser afetadas,corra pra longe,corra pra longe,
Corra!
As Ruínas
Postado por
Hajime
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Marcadores: Poemas
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